Sou um entusiasta da inserção da hidrografia para servir de ponto de referência!
Porém, gostaria de fazer uma observação.
Se colocarmos “Ponte sobre o Rio Pinheiros” no nome principal do place, o Waze vai mostrar um monte de etiquetas com esses nomes aparecendo na tela do aplicativo.
Entendo que essa forma de apresentação não é adequada, porque polui a tela. Além disso, a utilidade fica diluída pelo fato de que um mesmo rio pode ter várias pontes.
Minha sugestão:
a) Criar o place “Rio/córrego” sob a ponte, com o respectivo nome (pelo menos por uns 20 metros de cada lado da ponte);
b) Ao criar o place “Ponte”, colocar a descrição no nome principal apenas se corresponder a um nome oficial ou característico (mas, se for apenas “Ponte sobre o Rio tal”, deixar como alternativo).
Vou usar como exemplo: “Ponte sobre o Rio Itapecuru”, existem algumas, no entanto, dá para saber onde está cada uma pois são identificadas pelas BRs e/ou pelos municípios e, em alguns casos, na “Descrição” (no WME) e “Sobre” (no App), em qual km ela está naquela BR e até mesmo, entre quais municípios ela faz divisa.
Além de colocar próximo a algumas pontes, o “Comentário” para quem quiser encontrar pelo marco quilométrico também.
Dessa forma, não há “poluição”, nem a utilidade fica “diluída”. Seria como pesquisar por “McDonald’s”…
A planilha disponibilizada pelo DNIT, contém bem mais dados (Código, Extensão, Largura, Latitude, Longitude…), alguns foram suprimidos e outros adicionados (Status, Editor, PLs e OBS) para simplificar e facilitar a localização das pontes.
Nas pontes que adicionei/revisei/atualizei, além do Place Ponte, criei, onde não havia, o Place Rio também.
Inclusive foi outra sugestão que fiz no Mega Meetup para que os places das pontes aparecessem sobre e não sob os Rios e Mares…
Em alguns casos, a Ponte tem um nome diferente do que foi disponibilizado pelo DNIT, nesses casos, podemos colocar no Principal o que aparece no local (em placas, por exemplo) e nos “Nomes alternativos” o que foi disponibilizado pelo DNIT, que também diferencia o nome das pontes sobre o mesmo rio colocando “Ponte sobre o Rio Tal I”, “Ponte sobre o Rio Tal II” e assim por diante.
Outra coisa que costumo fazer quando adiciono uma ponte é dividir o segmento que passa por ela próximo em cada extremidade da ponte (quando o segmento é muito grande, com vários quilômetros), dessa forma, evita que apareça uma interdição gigante e longe do local interditado no mapa.
De toda forma agradeço pelas sugestões e aproveito o ensejo para convida-lo para adicionar as pontes nas BRs do Piauí. Já acrescentei algumas, mas ainda faltam várias.
Quem sabe um dia teremos suporte a barcos/navios também… soon…
Até mais.
Boas edições.
Concordo plenamente. O que me levou a fazer esta postagem foi justamente essa situação.
Aqui em Teresina, você criou o place “Ponte sobre o Rio Poti” num lugar em que a ponte tem denominação oficial (“Ponte Juscelino Kubitscheck”).
Eu não havia criado o place com o nome oficial porque achei desnecessário, considerando que é uma ponte extensa e eu já havia colocado o nome da ponte nos próprios segmentos da ponte.
O que eu fiz foi exatamente o que você sugeriu: deixei esse nome genérico no alternativo e botei o nome oficial no principal. Veja abaixo como ficou:
Então vou passar a criar os places de pontes em todos os casos, mesmo que já exista um segmento específico com o nome da ponte. Estamos alinhados, então!
Acho importante ter as duas coisas: o place da ponte e o place do rio. Estamos de acordo!
Minha implicância é com o texto “Ponte sobre o Rio Itapecuru” aparecendo no app. Acho que, nesse caso, bastaria aparecer o nome do “Rio Itapecuru” vinculado ao place do rio.
Aí fiquei pensando numa forma de evitar essa repetição de informações.
A princípio, sugeri deixar o nome apenas como alternativo, mas já descarto a proposta (o resultado da busca ficaria em branco, porque não haveria nome principal).
Pensei também em deixar o place da ponte como ponto… mas é uma questão estética. Não acho que seja algo comprometedor.
Aqui eu vou discordar de você. Não gosto da ideia de numerar as pontes, assim como não numeramos McDonald’s… Acho que a diferenciação deveria ser pelo endereço (nome da via).
Tou meio afastado do Waze nos últimos meses por razões pessoais (meu salário do Waze tá atrasado, tou tendo que priorizar o pagamento dos boletos, sabe como é rs rs), mas já tou ciente pra fazer isso! Aliás, acho que fui eu quem aticei o Ricardo pra pedir essa planilha pro DNIT. Rs rs rs. Casa de ferreiro…
Aguardo sua manifestação sobre os meus comentários. Vamos aprendendo juntos.
Oi Paulo, salutar essa discussão, sugestões e criticas construtivas no intuito de melhorar/alinhar as edições, além de facilitar a localização das pontes nos mais diversos casos. Se você olhar a planilha vai perceber que coloquei na OBS o nome Ponte Pres. Juscelino Kubitschek, que é o mesmo nome que da ponte que colapsou entre o TO e o MA, também conhecida como “Ponte de Estreito”, e uma das “Pontes sobre o Rio Tocantins”, além de ser o mesmo nome da “Ponte JK”, em BSB.
Quanto a implicância já é mais uma questão pessoal, como alertar ou não em todas as lombadas, mas aí já é outro tópico, outra discussão. Acho que um não sobrepondo o nome do outro no app, tudo ok manter os dois.
Criando o place da Ponte você ainda pode acrescentar outros dados, como: fotos e vincular a um provedor externo, por exemplo, enquanto no segmento, não. No place do Rio não aconselho a fazer o mesmo, pois o place pode estar mais próximo da nascente e o provedor externo estar mais próximo da foz.
No caso da numeração no nome da ponte, você vai discordar com o DNIT, não comigo, rsrs, só coloquei como está na planilha (e até mesmo em algumas placas) para padronizar de acordo com o que o DNIT utiliza no caso de várias pontes numa mesma BR sobre o mesmo rio, ainda coloca LD, LE ou Central, em outros casos.
Nesses casos o que usaríamos? a Sinalização diz Ponte sobre o Rio Acaraú, e na planilha disponibilizada pelo DNIT existe Ponte sobre o Rio XXX, só que em algumas cidades existe o nome da Ponte. Acredito que mesmo deixando o segmento com o nome da ponte, devemos usar o place por os mesmo motivos que o Carlos mencionou., mas que podemos avaliar.
Complementando a informação que o @MauricioCGB citou, tanto as pontes como os viadutos só tem ou terão nomes oficiais quando forem denominados por Lei, seja Federal para as BR-999 ou Estadual para as UF-999. Ex.: Ponte Pres. Dutra.
(No final da minha assinatura, você tem acesso ao link onde mostra os nomes de pontes e viadutos criados por Lei. Tópico “Nomes em Rodovias Federais”).
Já esse caso da placa azul, ela informa que a estrutura física da ponte (ou mesmo viaduto) transpõe algum obstáculo, seja ele da natureza ou algum outro físico.
E como já foi falado, ela não representa o nome oficial da ponte.
Ai entra o caso de ser criado o place com o nome do rio, riacho, etc.
Obrigado pela a explicação @ronaldsvale minha sugestão @css43 seriamos fixar no tópico as boas praticas para esse tipo de edição para que futuros editores venham a ler antes e até mesmo sanar as dúvidas.
Gostaria de saber se neste sentido de mapeamento, existe também a viabilidade ou o interesse de se mapear os túneis, bem como suas alturas e larguras?
Além disso, gostaria de saber se é possível saber se a altura da via abaixo do viaduto?
Olá pessoal! Observei que as pontes foram mapeadas sem um padrão no campo Endereço. Algumas estão somente com o nome da Rodovia, outras estão com nome e km no mesmo campo e outras, sem nome, apesar de o segmento possuir denominação no mapa. Fiquei em dúvida quanto a forma correta de mapear.
Não sei se perdi algo no meio do caminho sobre essa questão das pontes, mas precisamos nos atentar ao Básico em relação aos Locais.
Temos vários locais que são criados fora da Camada Cidades que foram deixados sem nome da cidade e por questão de interpretação foi ficando e ficando e se faz até hoje.
PARA LOCAIS, independente de onde está criado, SEMPRE devemos colocar o nome da CIDADE.
Nos exemplos que a @luluvixx enviou a pedido, estão faltando as informações básicas.
NOTA: Isso serve para Locais, para segmentos funciona de outra forma que acredito que todos já saibam.
É raro mas acontece muito.
A planilha do DNIT diz que é Riacho Cana Brava, mas a sinalização do próprio DNIT diz que é Santa Marta.
Nesse caso, eu coloco a placa no nome principal e a planilha no alternativo (PL).
Peguei a planilha de pontes do DNIT, excluí as pontes que já foram mapeadas e converti em KML.
Disponibilizo a seguir o link para baixar o KML com as 5.026 pontes remanescentes geolocalizadas.