Bom pessoal, como já está acontecendo em São Paulo, e aos poucos irá se espraiar pelo resto do Brasil, listo aqui as mudanças recentes no modo de edição, que passaremos a adotar no RS.
Algumas dessas práticas já eram adotadas por muitos dos nossos editores, mas agora devem ser seguidas por todos:
1- Duplicação de vias
Se existir separação física, a via deve estar duplicada no mapa.
Detalhes aqui:
https://wiki.waze.com/wiki/As_melhores_práticas_de_edição_de_mapa.#Quando_dividir.2C_ou_n.C3.A3o.2C_uma_via_de_sentido_duplo_.28m.C3.A3o_dupla.29
2 - “Acessos”
Primeiro: ABSOLUTAMENTE NENHUM SEGMENTO SE CHAMARÁ “ACESSO”.
“Acesso” não diz nada e deve ser exterminado.
Segundo: Ac. à Rua Tal.
Se a rua vem logo em seguida, o TTS vai puxar o nome do próximo segmento, não precisamos dessa nomenclatura.
3 - Locks
O lock, quando necessário, será lock 2. Dependendo, vamos determinar os pontos que necessitam de lock. Situações de alterações recentes que podem causar polêmica podem ficar com 3.
Resumindo, lock padrão é 2! 3 somente para vias críticas e Rodovias.
Freeways passarão para 4
4 - Elevações
Só é pra colocar elevação diferente de solo nos segmentos que EFETIVAMENTE cruzarem com outro segmento em níveis diferentes.
Se cruzar no mesmo nível, é pra conectar. Mesmo se for ferrovia, terra ou qualquer não-trafegável.
5 - Conversões para não-trafegáveis
Só vamos deixar proibidas as conversões de/para segmentos do tipo “Trilhas para Pedestres”.
Os demais devem ficar habilitados.
6 - Jeitinhos
Apesar de acreditarmos que algumas “adaptações” precisem ser feitas, não somos nós quem decidimos se pode, ou não. O Waze mandou não fazer, a gente não faz.
Portanto, só vai pro mapa o que existe na realidade, ok?
Então é isso. Tenham essas novas normas na ponta da língua e no seu dia-a-dia de edições.
E bora editar.
Abraço
Eduardo