Hum… ali está brabo, tendo em vista a guerra que está tendo entre as facções na região. Tanto na R. Tatuí como na R. Manoel José Daniel, tinham “soldados” vigiando a entrada, da parte de cima. Morei perto, passava muito pela R. Leopoldino de Oliveira. Jamais faria o percurso pela R. Piraque/Tatuí, preferia enfrentar o congestionamento mais a frente, naquele sinal maldito para Leopoldino.
A questão ali é a seguinte, se te “conhecem”, deixam entrar atravessar sem problemas, senão, param vc e conforme for… :roll: Concordo em não ficar roteável, porém quem conhecer e, sabe do “atalho”, vai entrar e o Waze só vai recalcular, devido a categorização “Privada”. Entretanto, do jeito que tinha deixado, estava jogando para uma rota pior ainda, por aqui. Portanto, ao fazer isto tem que analisar as rotas possíveis que podem ser criadas, devido a privatização de algum trecho.
Então, sou a favor de “privatizar” todo este complexo (penha, alemão e vila cruzeiro). Está muito, mas muito perigoso circular por dentro deste local. UPP não resolveu, só acompanhar as diversas reportagens sobre, pois há uma guerra.
A um tempo atrás conversei com nelramos sobre isto, pois ele conhece a região mais do que eu, porém só ficamos na discussão mesmo. :?
Sugiro aos editores que “privatizemos” todo este complexo. Não vejo vantagem alguma de o Waze traçar rota pela R. Merendiba para pegar a Est. da Penha, cortando uma das partes mais perigosas da comunidade, sem contar que a rua é estreita e vira e mexe tem obstáculos.
Alguém contra?
Então, não sugeri que “privatizasse” vias principais que contornam estes locais perigosos, mas sim estas ruas que cortam a comunidade, que muitas das vezes possuem obstáculos, sendo quase que impossível passar com um carro, ou pior, ruas que submetem ao motorista risco de vida, controladas por traficantes. Outra coisa, na maioria esmagadora das vezes, estas ruas não possuem históricos, podendo fazer com que o Waze trace rota ineficientes por estes locais.
Como já disse em diversas oportunidades, onde também expus minha opinião e argumentação, a sensação de segurança, neste locais perigosos dentro de comunidades, é relativa, mas para o morador. Um wazer de fora que só vai passar pelo local para chegar ao destino mais rápido, com certeza vai preferir contornar uma “favela”, do que passar pelas ruas internas, mesmo se atrasando. Mesmos os moradores, dependendo do horário, não transitam certos locais da comunidade, isso ele sabendo onde pode ou não pode, imagine alguém que nem conhece o local.
Outra coisa, no caso dos referidos complexos, sugeri “privatizar” as ruas internas mesmo, jamais privatizar, por exemplo, a Uranos e as paralelas, já sugeriram isto, mas fui contra.
Têm sim problemas no local, por mais que alguém diga que não, mesmo com UPP. Não vejo nenhuma vantagem de um wazer, estranho ao local, em cortar caminho por dentro destas comunidades.
Nelson, acho que não me fiz entender. A Rua Paranhos e outras semelhantes não é uma rota que cruza a comunidade, ou seja, não é uma destas “ruazinhas” estreitas ou alguma rua que é controlada ou que tenha tiroteio e, também, nunca foi, pois o próprio google car já passou por lá. O perigo que têm ali é, praticamente, o mesmo em varias outras ruas que contornam ou passam perto de locais perigosos, aí sim, posso dizer que a sensação de segurança é relativa. Portanto, falo desta “meiuca” das comunidades, como vc mesmo disse, onde é desnecessária a rota, como a Merendiba e equivalentes. Nunca disse diferente.
Agora, para privatizar, tem que ser alguém que conheça o local, para evitar de piorar as coisas, ou seja, achar que está evitando rota para dentro da comunidade, mas na verdade está fazendo o contrário.
Ninguém se manifestando em até 48hrs, já pode executar a edição nos complexo da penha, alemão e vila cruzeiro e onde mais vc achar que é necessário, só na 'meiuca".
Aí sim que a sensação de segurança é relativa, como o AG vive dizendo
A via é tão perigosa quanto 80% de outras vias principais no RJ, se privatizar essa, teríamos que fazer o mesmo com as outras e pior, teria que fazer isto com todas as vias locais de Guadalupe, no caso, existem locais neste bairro que, realmente, precisava ser impedido o trânsito, pois há obstáculos feito de propósito por bandidos, porém não é o caso desta via do post.
Então, alto índice de criminalidade não seria motivo para evitar que o Waze trace rota pelo local, ainda mais por uma via principal. Devemos fazer isto em locais onde há controle de acesso por bandidos e/ou que cortem comunidades, onde há obstáculos que impeça o trânsito adequado dos carros, conforme discussão deste tópico.
Estava analisando essa questão na busca e acabei encontrando esse tópico.
Por curiosidade analisei a UR pra saber como estão resolvendo essas questões… daí dei uma olhada no local, pelo street view (2014) Dois locais com soft turn possuem grades/portões. Estranho isso :shock:
Acho que seria interessante alguém que conheça o local dar mais uma olhada.
Túlio, muito importante a sua observação.
Fui ratificar.
Este é o típico local fechado pela comunidade, onde as três ruas que desembocam na R. Fernando Lobo foram fechas com portões com correntes e cadeados “para nunca mais serem abertos”. A única entrada para esta área é na R. Benedito de Carvalho, via Est. Camboatá.
Então, simplesmente desconectei as ruas na Fernando Lobo pois, na prática, nem os moradores internos podem usar estas rotas e, do ponto de vista de trânsito, não existe mais nenhuma conexão. A UR procede, não pelo perigo, mas pela impossibilidade de trânsito no local.
Existiam mais duas URs em ruas próximas, devido ao mesmo motivo: grades fechando passagens.
Muro de alvenaria ou grade transparente tem o mesmo efeito para nós: desconexão da via. Nada passa, nem polícia, nem ambulância. Trator, talvez… :lol:
Olá amigos sou novato e gostaria da opinião de vocês sobre a rua Carmem Cinira, no trecho que começa na Av. Pastor Martin Luther King Jr. e vai até Est. Adhemar Bebiano
Moro próximo a tal rua e infelizmente ela se transformou em uma extensão da favela da galinha. Simplesmente os locais construíram barracos de compensado e madeira no meio da rua. Restringindo a passagem para somente um carro de passeio, bem apertado, além de danificarem o asfalto a ponto de se tornar pura lama.
Caro Bruihar, infelizmente não pode, mesmo com a sensação de perigo que sabemos que existe ali, ela é um via principal, muito utilizada, a privatizando dela estaria quebrando não só um rota, mas a de toda a região, pois ela da passagem para vários bairros.
Eu mesmo a utilizo, durante o dia claro, rs, mas passo por ela frequentemente.
Leia todo esse tópico, pois existe uma discussão sobre esse assunto.
Seja bem vindo e boas edições.
Não deixe de ler o manual de edição, link em minha assinatura.
E se apresente aqui, para que todos do fórum o conheça.
Primeiramente obrigado pelas dicas na utilização do fórum.
Também sou morador da região e utilizo com frequência a Rua Carmem Cinira, porém no trecho entre a Estr. Adhemar Bebiano e Rua Canitar.
Eu continuo alertando que a questão não é sobre a segurança, mas sobre acessibilidade.
Os moradores estão bloqueando a rua com casas.
Algo parecido que ocorreu com a rua paralela, do outro lado do Rio Timbó, rua esta sem nome no waze.
Enfim. Vou dar uma lida nos tutoriais, para entender melhor sobre os procedimentos de edição.